Pai é tudo igual? Como sair do clichê nas campanhas de Dia dos Pais

28/05/2025

Todo ano, é a mesma coisa: pais de camisa polo, sorrisos engessados, churrasqueiras ou ferramentas. Mas será que todo pai é assim? E será que essa fórmula ainda funciona?
Neste artigo, vamos analisar por que tantas campanhas de Dia dos Pais caem nos mesmos estereótipos — e como quebrar esse ciclo com criatividade, verdade e representatividade.

 


1. Por que os clichês ainda dominam?

 

  • Apressadas e seguras, muitas marcas apostam no "pai genérico".

  • Há uma falsa sensação de que "todos se identificam com o tradicional".

  • O risco? Não gerar conexão real e parecer desconectado da realidade atual.

"O pai da propaganda nem sempre é o pai da vida real."

 


2. O que mudou no papel do pai?

 

  • Pais mais presentes, afetuosos e participativos na rotina dos filhos.

  • Famílias diversas: pais solo, dois pais, padrastos que são pais, avôs presentes.

  • Representar essas realidades amplia alcance e gera identificação genuína.

Ex: Campanhas que mostram pais cuidando da saúde mental, da casa, da educação.

 


3. Criatividade além da gravata: exemplos que inovaram

 

  • Dove Men+Care: campanhas mostrando pais reais, cuidando e chorando.

  • Magalu: anúncios regionais com sotaque, humor e pai moderno.

  • Barbearia Corleone: estética urbana + pais jovens, tatuados e estilosos.

Sugestão visual: Colagem de campanhas com abordagens diferentes do estereótipo.

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4. Clichês que você pode evitar

 

  • “Pai durão que não chora”

  • “Pai que só se comunica com um aperto de mão”

  • Presentes tipo meias, ferramentas, gravatas

  • Humor ultrapassado (pai bobão ou incompetente)

 


5. Como criar uma campanha autêntica e relevante?

 

  • Pesquise: fale com pais reais, colete histórias.

  • Segmente: personalize por região, faixa etária ou tipo de paternidade.

  • Inove no formato: use OOH dinâmico, interativo, com QR codes e voz real.

  • Aposte na emoção verdadeira: simplicidade e verdade tocam mais que fórmula.

 


 Conclusão: o que fica?

Sair do clichê é arriscar na direção certa. Ao representar a paternidade de forma mais humana e atual, sua marca se conecta, se diferencia e emociona. E no fim das contas, é isso que o Dia dos Pais deveria ser: verdadeiro.

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